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Café do Sul de Minas é exportado em veleiro de baixo impacto ambiental

Café do Sul de Minas é exportado em veleiro de baixo impacto ambiental - Crédito: Gustavo Coetti Um lote de cafés especiais produzido nas Fazendas Caxambu ...

Café do Sul de Minas é exportado em veleiro de baixo impacto ambiental
Café do Sul de Minas é exportado em veleiro de baixo impacto ambiental (Foto: Reprodução)

Café do Sul de Minas é exportado em veleiro de baixo impacto ambiental - Crédito: Gustavo Coetti Um lote de cafés especiais produzido nas Fazendas Caxambu e Aracaçu, em Três Pontas MG, seguiu um caminho incomum até o mercado internacional: foi exportado por meio de um veleiro, em vez do transporte marítimo convencional. A decisão partiu dos compradores internacionais, que optaram por uma embarcação movida predominantemente à vela como forma de reduzir as emissões associadas ao transporte e manter coerência com o modelo produtivo adotado na origem. Localizadas no Sul de Minas Gerais, as fazendas são conduzidas por um grupo familiar liderado por Carmem Lucia, conhecida como Ucha, e integram a base de cooperados da Cooxupé. Ao longo dos últimos anos, a produção tem incorporado práticas regenerativas voltadas à redução de impacto ambiental, aumento da biodiversidade e melhoria da eficiência do sistema produtivo. Esse cuidado na condução da lavoura também se reflete na qualidade dos cafés. A produção das fazendas já foi reconhecida internacionalmente, com destaque para a conquista do primeiro lugar na categoria Natural do Cup of Excellence 2025, considerado o principal concurso global de cafés de excelência, promovido no Brasil pela Brazil Specialty Coffee Association. A condução do padrão sensorial está sob responsabilidade de Dionatan Almeida, que lidera o trabalho de avaliação e refinamento dos lotes produzidos. 1 Café do Sul de Minas é exportado por veleiro em iniciativa de baixo impacto ambiental. Segundo a empresa responsável pela exportação, a escolha pelo transporte à vela reflete uma preocupação crescente, por parte de compradores internacionais, com a pegada ambiental de toda a cadeia do café — incluindo etapas logísticas, tradicionalmente mais intensivas em emissão. “Se o café nasce dentro de um sistema que busca regenerar o ambiente, faz sentido que o transporte também respeite essa lógica. Foi uma decisão dos compradores de honrar esse cuidado da origem até o destino”, afirma um representante envolvido na operação. Embora esse tipo de transporte ainda represente uma fração pequena dentro da logística global, iniciativas como essa indicam uma mudança de comportamento em nichos do mercado de cafés especiais, onde rastreabilidade, impacto ambiental e coerência de cadeia passam a influenciar decisões comerciais. No caso das Fazendas Caxambu e Aracaçu, o episódio evidencia um movimento mais amplo: práticas adotadas dentro da porteira começam a reverberar ao longo de toda a cadeia, influenciando não apenas a produção, mas também a forma como o produto é transportado, percebido e valorizado no mercado internacional dando à cafeicultura brasileira o destaque que ela merece. Plantio do café em meio a mix de plantas nas Fazendas Caxambu e Aracaçu - Crédito: Gustavo Coetti Sobre as Fazendas Caxambu e Aracaçu Localizadas em Três Pontas, no Sul de Minas Gerais, as Fazendas Caxambu e Araçaçu são propriedades de um grupo familiar liderado por Carmem Lucia Ucha. Cooperadas da Cooxupé,e contando com a SMC como a mais importante parceria em seu projeto de exportação de cafés especiais, as fazendas combinam tradição cafeeira com um conjunto crescente de práticas regenerativas voltadas à redução de emissões e ao aumento da biodiversidade. Esse cuidado também se reflete na qualidade dos cafés produzidos, reconhecida internacionalmente, com destaque para a conquista do primeiro lugar na categoria Natural no Cup of Excellence 2025, o maior e mais importante concurso global de cafés de excelência, promovido no Brasil pela BSCA. A condução desse padrão de excelência sensorial está sob a responsabilidade de Dionatan Almeida, campeão mundial de Cup Tasters, que lidera o trabalho de avaliação e refinamento sensorial da produção. CONSULTE UM AGRÔNOMO DE CONFIANÇA

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